



O enredo passa-se em Verona, Itália, por volta do ano 1500 e trata os amores de um casal de jovens (Romeu e Julieta), que apesar de serem provenientes de famílias rivais, se apaixonam um pelo outro. Nesta história as lutas de espada, o disfarce, os equívocos, a tragédia , o humor e a linguagem da paixão simbolizam, no seu conjunto, o amor verdadeiro. Duas poderosas famílias (os Montagues e os Capulet) são inimigas há muitos anos. O velho Capulet, pai de Julieta, dá uma grande festa para a qual convida todos os amigos da família. Como é evidente, a família dos Montagues não faz parte da lista dos convidados. Entretanto, como Romeu Montagues anda interessado em Rosaline, uma jovem que foi convidada para a festa e arranja um plano para a poder ver durante essa festa. Assim, Romeu entra disfarçado na casa dos inimigos da sua família. Já lá dentro, a sua atenção vai para Julieta, e não para Rosaline. Apaixona-se de imediato e fica muito desiludido quando sabe que Julieta é uma Capulet. Romeu também não passa despercebido a Julieta, mas ela não sabe que ele é um Montagues. Mais tarde, depois de descobrir que o jovem por quem está apaixonada é o filho da família inimiga, Julieta vai para a varanda e conta às estrelas que tem um amor proibido. Romeu, escondido nuns arbustos por baixo da varanda, ouve as confissões de Julieta e não resiste. Apresenta-se a Julieta e diz-lhe que também está apaixonado por ela. Com a ajuda de um amigo de Romeu ? Frei Lawrence-, Romeu e Julieta casam-se secretamente no dia seguinte. No dia do casamento dois amigos de Romeu, Benvolio e Mercutio, passeiam pelas ruas de Verona e encontram-se com Tybalt, primo de Julieta. Tybolt, que ouvira dizer que Romeu tinha estado presente na casa de seus tios, anda à procura deste para se vingar e discute com os amigos de Romeu. Entretanto Romeu aparece e faz perceber que não se quer meter em brigas. Porém, os seus amigos não percebem a atitude de Romeu e Mercuito resolve defender a honra do amigo, e começa um duelo com Tybalt. Mercuito cai por terra, morto. Romeu vinga o seu amigo matando Tybalt com um golpe de espada. Este golpe faz com que Romeu seja ainda mais odiado pelos Capulets. O príncipe de Verona expulsa Romeu da cidade, que se vê forçado a deixar Julieta, que sofre imenso com toda esta história. O pai de Julieta, que não sabia do seu casamento com Romeu, resolve casá-la com um jovem chamado Paris. Desesperada, Julieta pede ajuda a Frei Laurence, que a aconselha a concordar com o casamento. Diz-lhe que na manhã do casamento Julieta deverá beber uma poção que ele lhe vai preparar. A poção fará com que Julieta pareça morta e ela será levada para o jazigo de família dos Capulet. Então o Frei mandará Romeu ter com ela para a salvar. Julieta faz tudo o que o Frei a manda fazer e é deixada no jazigo, tal como estava previsto. Antes que o Frei possa falar com Romeu, este ouve a notícia da morte de Julieta. Desfeito de dor, Romeu compra um frasco de veneno e vai até ao jazigo onde se encontra Julieta para morrer ao lado da sua amada. À porta do jazigo encontra Paris e é forçado a lutar com ele, acabando por o matar, pois nada o poderá deter de se juntar a Julieta. Já dentro do jazigo, Romeu bebe o veneno e morre ao lado da sua amada. Momentos depois, Julieta acorda e vê a seu lado, o corpo morto de seu marido. O Frei entra e conta a Julieta o que se passou. Inesperadamente, Julieta pega no punhal de Romeu e mata-se, pois já não tem motivos para viver. A tragédia tem um grande impacto em ambas as famílias ( os Montagues e os Capulet). As duas famílias estão tão magoadas com a morte dos seus dois únicos descendentes, que decidem nunca mais lutar e fazem as pazes.
Obra de Shakespeare


Quero agradecer a Mary, pelo prêmio 5 estrelas que o Black Moments recebeu no Concurso Maravilhas Virtuais. Obrigada Mary. Beijos


Tudo começou com um desafio feito a Mary Shelley (1797-1851), então uma jovem de 21 anos, por Lord Byron. Na época, 1918, Byron propôs a Mary e seu marido que escrevessem um conto de terror, uma maneira de passar o tempo, já que suas férias estavam sendo consumidas intediantemente pelo mau tempo. Mary foi a última a dar início ao seu conto, que acabou baseado em um pesadelo que teve numa daquelas noites de chuva. E, dentre todos, o conto de Shelley foi o que mais surpreendeu e arrepiou. Incentivada a continuar, Mary Shelley desenvolveu ainda mais sua história e transformou-a em um dos mais conhecidos e celebrados livros da História: Frankenstein.Victor Frankenstein era um jovem curioso, com sede de conhecimento, apaixonado pela ciência, intrigado com os segredos da vida e louco para deixar sua marca no mundo. Havia aprendido sozinho em casa sobre as fantasias da Alquimia, no entanto apenas na universidade ele foi descobrir que toda sua bagagem de conhecimento estava ultrapassada há muito. Acabou se tornando um aluno exemplar, dedicado à química e à biologia. Foi assim que, sozinho em seu laboratório em Ingolstadt, Victor deu início à sua criação, misturando seus conhecimentos teóricos de fisiologia e filosofia natural com princípios de mecânica, decido a descobrir se o princípio que mantinha animado o corpo poderia perecer mesmo após a morte. Como Victor fez isso, todos já sabemos: deu vida a uma criatura formada por partes de cadáveres, de tamanho descomunal (cerca de 2,5m de altura) e aparência horripilante. E é aqui que dá-se início ao grande trunfo da história! Ao despertar da Criatura, Frankenstein acaba por cair na realidade vendo como era realmente feia sua criação, com seus membros desproporcionais, seu olhos aquosos e amarelos, incompleta a ponto de seus tecidos nem sequer cobrirem todo o corpo, deixando à mostra músculos e ossos. Desesperado e com medo, arrependido de sua audácia, Victor abandona sua Criatura, decaindo num súbito acesso de náusea e lucidez. Pobre Criatura, um ser vazio de conhecimentos, ignorante em relação ao convívio social, solto num mundo de pessoas preconceituosas e indiferentes. A personificação perfeita da famosa teoria de Rousseau, a do “bom selvagem”, que diz que todo o homem nasce “puro” e é corrompido pela sociedade violenta, viciosa e materialista. Quem lê a história de Frankenstein espera encontrar terror, suspense e aventura, onde um monstro estaria a solta para destruir e matar. No entanto descobre um mundo onde nós humanos somos totalmente repugnantes e no qual o único ser que realmente tem algum valor é o monstro excluído por todos. Poucos livros retratam tão bem a indiferença humana e a nossa mania de dar mais valor às aparências do que aos sentimentos, caráter e virtudes.
Mary Shelley escreveu uma autêntica obra-prima da literatura universal, um romance capaz de despertar no leitor a pena e a compaixão por um monstro e a repugnância de nossa própria raça. Uma lição que ainda não foi aprendida, mesmo depois de quase 200 anos.
Site fonte Covil do Orc


Olá Pessoal, Black Moments foi contemplado com o prêmio ouro em participação no Concurso Maravilhas Virtuais. Obrigada Mary, beijos.


Cazuza é considerado hoje um dos maiores poetas do rock nacional. Rebelde e lírico, sempre foi uma mistura interessante. Tornou-se um dos maiores ícones da música brasileira durante o século XX. Cazuza também ficou conhecido por ser rebelde, boêmio e polêmico, tendo declarado em entrevistas que era bissexual. Ele foi o primeiro artista brasileiro a declarar publicamente ser soropositivo e sucumbiu a doença em 1990, no Rio de Janeiro.
Blues da Piedade
Agora eu vou cantar pros miseráveis
Que vagam pelo mundo derrotados
Pra essas sementes mal plantadas
Que já nascem com cara de abortadas
Pras pessoas de alma bem pequena
Remoendo pequenos problemas
Querendo sempre aquilo que não têm
Pra quem vê a luz
Mas não ilumina suas minicertezas
Vive contando dinheiro
E não muda quando é lua cheia
Pra quem não sabe amar
Fica esperando
Alguém que caiba no seu sonho
Como varizes que vão aumentando
Como insetos em volta da lâmpada
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem
Quero cantar só para as pessoas fracas
Que tão no mundo e perderam a viagem
Quero cantar o blues
Com o pastor e o bumbo na praça
Vamos pedir piedade
Pois há um incêndio sob a chuva rala
Somos iguais em desgraça
Vamos cantar o blues da piedade
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Pra essa gente careta e covarde
Vamos pedir piedade
Senhor, piedade
Lhes dê grandeza e um pouco de coragem.
Cazuza

Agradeço à Mary pelos prêmios que Black Moments recebeu no concurso Maravilhas Virtuais.
Prêmio Prata de melhor Layout

Prêmio Ouro de melhor organização

Mais uma vez, obrigada Mary.
Postando...
Melusina

Melusina é uma personagem da lenda e folclore europeus, um espírito feminino das águas doces em rios e fontes sagradas.Ela é geralmente representada como uma mulher que é uma serpente ou peixe (ao estilo das sereias), da cintura para baixo. Algumas vezes, é também representada com asas, duas caudas ou ambos, e, por vezes, mencionada como sendo uma nixie. A mais famosa versão literária dos contos de Melusina, aquela de Jean d'Arras, compilada em cerca de 1382–1394 foi elaborada numa coletânea de "histórias inventadas" pelas damas enquanto teciam.O conto foi traduzido para o alemão em 1456 por Thüring von Ringoltingen, a versão que tornou-se popular como conto de fada. Foi posteriormente traduzido em inglês (cerca de 1500), e freqüentemente reimpresso tanto no século XV quanto no século XVI. Há também uma versão em prosa chamada a Chronique de la princesse ('Crônica da princesa').Ela conta como Elynas, o Rei de Albany (um eufemismo poético para a Escócia) saiu para caçar certo dia e deparou-se com uma bela dama na floresta. Ela era Presina, mãe de Melusina. Ele persuadiu-a a casar-se com ele, e ela só concordou sob a condição — pois freqüentemente há uma condição dura e fatal vinculada a qualquer união entre fada e mortal — de que ele não deveria entrar na alcova quando ela desse à luz ou banhasse suas crianças. Ela deu à luz a trigêmeas. Quando ele violou este tabu, Presina deixou o reino com suas três filhas, e viajou para a ilha perdida de Avalon.As três garotas — Melusina, Melior e Palatina (ou Palestina)— cresceram em Avalon. Em seu décimo-quinto aniversário, Melusina, a mais velha, perguntou por que elas haviam sido levadas para Avalon. Ao ouvir sobre a promessa quebrada pelo pai, Melusina jurou vingança. Ela e suas irmãs capturam Elynas e o trancafiam, com suas riquezas, numa montanha. Presina se enraivece quando toma conhecimento do que as garotas haviam feito e as pune por ter desrespeitado o pai. Melusina foi condenada a tomar a forma de uma serpente da cintura para baixo, todo sábado.Raymond de Poitou encontrou Melusina numa floresta da França, e lhe propôs casamento. Da mesma forma que sua mãe havia feito, ela estabeleceu uma condição, a de que ele nunca deveria entrar no quarto dela aos sábados. Ele quebrou a promessa e a viu sob a forma de uma meia-mulher, meia-serpente. Ela o perdoou. Somente quando, durante uma discussão, ele a chamou de "serpente" em plena corte, é que ela assumiu a forma de um dragão, deu-lhe dois anéis mágicos e se foi para nunca mais voltar.


Olá amigos. Black Moments foi contemplado com o prêmio ouro de melhor música do Concurso Maravilhas Virtuais da amiga Mary. Obrigada Mary! Beijos


Não existem dúvidas que Houdini é o mais famoso mágico da história. Sua habilidade em escapar de situações de extremo risco e de fazer o impossível o tornou uma lenda em sua época. Ainda hoje seus feitos são admirados e imitados por mágicos do mundo inteiro! Começou a realizar truques de mágica quando era adolescente, com a alcunha de Eric o Grande. Em 1898 Houdini criou o desafio que o tornaria uma lenda. Agora com a alcunha de O Rei das Algemas, Houdini escaparia de quaisquer algemas ou amarras feitas pela platéia. O número se tornou tão conhecido que em pouco tempo Houdini ampliou o desafio, e escaparia de qualquer aparelho ou lugar. Começou a oferecer recompensas a qualquer um que conseguisse prendê-lo com sucesso. Houdini conseguia escapar de algemas, cordas, camisas-de-força, cadeias, prisões, aparelhos de tortura e até de uma sacola gigante de papel, sem rasgar nem danificar nada. Na maioria das vezes Houdini deixava que se examinasse o local ou objeto após um truque, e nunca havia indícios de como havia sido realizada tal façanha. Alguns desses truques Houdini executava na frente de um grande número de pessoas, incluindo muitas vezes repórteres. Ao contrário de muitos ilusionistas, Houdini nunca enganou seu público afirmando que possuía poderes mágicos. Sempre fez questão de deixar bem claro que tudo o que fazia eram truques, e nada mais. Por sempre ter sido contra fraudes, Houdini revelou e denunciou muito dos truques usados em jogos de azar e truques usados por falsos médiuns. Nunca acreditou no espiritismo, mas muitas vezes em sua vida fingiu acreditar para poder ter acesso às seitas, e assim poder desmascarar os truques envolvidos na cerimonia. Houdini entrou no mundo do cinema, que na época estava apenas começando. Até o final do ano de 1923 participou de cinco grandes filmes para a época, todos mudos, e algumas vezes foi o responsável por seus roteiros. Em 22 de outubro de 1926 Houdini estava em Montreal se apresentando no Princess Theater. Enquanto estava em seu camarim se preparando, um jovem atleta perguntou a Houdini se era verdade que conseguia suportar muitos socos no estômago. Houdini afirmou que era verdade, e em seguida o jovem desferiu muitos socos em seu estômago. Acredita-se que esses socos foram responsáveis por sua morte alguns dias depois, causando-lhe um rompimento no apêndice. Houdini faleceu no hospital Grace, em Detroit, no dia 31 de outubro de 1926, por causa de uma inflamação no peritonio. Suas últimas palavras foram: "Estou cansado de lutar". Nenhum outro mágico famoso trabalhou tão duro quanto Houdini para promover o ilusionismo pelo mundo. Ele sempre insistiu que todas os seus números de escapes foram sempre realizados por meios naturais, e que ele não era dotado de nenhum poder sobrenatural. Hoje Houdini é um dos únicos mágicos a ganhar um papel de destaque na história.


Líder da Inconfidência Mineira e primeiro mártir da Independência do Brasil, Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes, nasceu em Minas Gerais em 1746, filho do proprietário rural português Domingos da Silva Santos.Antes mesmo de freqüentar a escola, já havia aprendido a ler e escrever com a mãe. Órfão de mãe aos nove anos e de pai aos 15, ficou sob a tutela de um tio até a maioridade, quando resolveu conhecer o Brasil. Já adulto, foi tropeiro, mascate e dentista (daí o apelido). Trabalhou em mineração e tentou a carreira militar, chegando ao posto de alferes no Regimento de Cavalaria Regular.Foi na tropa que Tiradentes entrou em contato com as idéias iluministas, que o entusiasmaram e inspirariam a Inconfidência Mineira, a primeira revolta no Brasil Colônia a manifestar claramente sua intenção de romper laços com Portugal, marcando o início do processo de emancipação política do Brasil.A revolta foi motivada ainda pela decisão da coroa de cobrar a derrama, uma dívida em atraso. A conspiração foi delatada por Joaquim Silvério dos Reis e todos os seus participantes foram presos.Sobre Tiradentes, recaiu a responsabilidade total pelo movimento, sendo o único conspirador condenado à morte. Enforcado em 21 de abril de 1792, teve seu corpo esquartejado. Seus membros foram espalhados pelo caminho que ligava o Rio de Janeiro a Minas Gerais. Sua cabeça foi exposta em Vila Rica.Com a morte de Tiradentes, o Estado português queria demonstrar uma punição exemplar para desencorajar qualquer revolta contra o regime colonial. Tiradentes tornou-se mártir da Independência e da República.
Fonte site: Arte Letras


Antônio Francisco Lisboa, mais conhecido como Aleijadinho, foi um escultor, entalhador, desenhista e arquiteto brasileiro.É considerado o maior expoente do estilo barroco nas Minas Gerais (barroco mineiro) e das artes plásticas no Brasil, não só à época, mas durante o período colonial. Embora não haja registros oficiais, acredita-se que tenha nascido em Vila Rica (hoje Ouro Preto), em Minas Gerais, filho do mestre-de-obras português, Manuel Francisco da Costa Lisboa, com uma escrava africana, Izabel. A sua obra compreende desde imagens em madeira e pedra-sabão, matéria-prima típicamente brasileira, até igrejas. Suas obras são as mais representativas do Brasil colonial, com características do rococó e dos estilos clássico e gótico.Com aproximadamente quarenta anos de idade começou a desenvolver uma doença degenerativa dos membros (não se sabe ao certo se porfiria, lepra, escorbuto, reumatismo ou sífilis), que lhe comprometeu gradativamente os movimentos das mãos. Para poder trabalhar, um ajudante amarrava-lhe as ferramentas aos membros. Dessa anomalia em seu corpo causada pela doença veio seu apelido, Aleijadinho.Já bem velho, Aleijadinho piora de saúde, e de 1812 à 1814 quem cuida de Aleijadinho é sua nora Joana que considerava-o como um pai que não teve, nora a qual não teve valor por seu filho que passando alguns anos a abandonou. Aleijadinho veio a falecer em 18 de Novembro de 1814, com aproximadamente oitenta e quatro anos, dois meses e vinte um dias.Morreu pobre, mas até hoje suas obras estão aqui para contar os mistérios e a vida das pessoas de Minas da época colonial. Aleijadinho já foi retratado como personagem no cinema e na televisão, interpretado por Geraldo Del Rey no filme "Cristo de Lama" (1966), Maurício Gonçalves no filme "Aleijadinho - Paixão, Glória e Suplício" (2003) e Stênio Garcia num caso especial da TV Globo.


Xadrez é um jogo de tabuleiro de natureza recreacional e competitiva para dois jogadores. O jogo é disputado em um tabuleiro de casas claras e escuras, sendo que, no início, cada enxadrista controla dezesseis peças com diferentes formatos e características. O objetivo da partida é dar xeque-mate no adversário. Teóricos do enxadrismo desenvolveram uma grande variedade de estratégias e táticas para se atingir este objetivo, muito embora, na prática, ele não seja um fato muito comum, já que os jogadores em grande desvantagem ou iminência de derrota têm a opção de abandonar (desistir) a partida, antes de receberem o mate.Existem diversas mitologias associadas à criação do xadrez, sendo uma das mais famosas aquela que a atribui a um jovem brâmane indiano chamado Lahur Sessa. Segundo a lenda, contada em O Homem que Calculava, do escritor e matemático Malba Tahan, numa província indiana chamada Taligana havia um poderoso rajá que havia perdido o filho em batalha. O rajá estava em constante depressão e passou a descuidar-se de si e do reino.Certo dia o rajá foi visitado por Sessa, que apresentou ao rajá um tabuleiro com 64 casas brancas e negras com diversas peças que representava a infantaria, a cavalaria, os carros de combate, os condutores de elefantes, o principal vizir e o próprio rajá. Sessa explicou que a prática do jogo daria conforto espiritual ao rajá, que finalmente encontraria a cura para a sua depressão, o que realmente ocorreu.O rajá, agradecido, insistiu para que Sessa aceitasse uma recompensa por sua invenção e o brâmane pediu simplesmente um grão de trigo para a primeira casa do tabuleiro, dois para a segunda, quatro para a terceira, oito para a quarta e assim sucessivamente até a última casa. Espantado com a modéstia do pedido, o rajá ordenou que fosse pago imediatamente a quantia em grãos que fora pedida.Depois que foram feitos os cálculos, os sábios do rajá ficaram atônitos com o resultado que a quantidade de grãos havia atingido, pois, segundo eles, toda a safra do reino durante 2.000 anos não seriam suficientes para cobri-la. Impressionado com a inteligência do brâmane, o rajá o convidou para ser o principal vizir do reino, sendo perdoado por Sessa de sua grande dívida em trigo.Diz uma outra lenda que o jogo foi criado pelo deus Marte(Mitologia Romana) ou Ares(Mitologia Grega) foi inspirado por Caissa, uma ninfa.O enxadrismo foi reconhecido como esporte pelo Comitê Olímpico Internacional em 2001, tendo sua olimpíada específica e campeonatos mundiais em todas as suas categorias.O Dia Internacional do Enxadrismo é comemorado todos os anos no dia 19 de novembro, data de nascimento de José Raúl Capablanca, considerado um dos maiores enxadristas de todos os tempos e o único hispano-americano a se sagrar campeão mundial.



Olá pessoal! Hoje venho agradecer a amiga Mary pelo destaque em seu lindo blog o Fada de Outono. Obrigada pelo carinho Mary, beijos


Se tomardes a vida com excessiva severidade, que atração tem? Se a manhã não vos convidar a novas alegrias e se à noite não esperardes nenhum prazer, valerá a pena vestir-se e despir-se?
Goethe


Saquê é uma bebida fermentada tradicional do Japão, fabricada pela fermentação artificial do arroz; tomada geralmente quente e no começo da refeição.A primeira produção de saquê de que se tem notícia data do século III. e ocorreu em Nara, antiga capital japonesa. Diversas regiões do país o produzem, mas a região que leva a fama de fabricar o melhor saquê é o distrito de Fushimi, em Kyoto. Existem hoje em torno de 1.600 fabricantes de saquê no Japão. No Brasil, a bebida é produzida por empresas como a Sakura e a Azuma Kirin. Classificado na mesma categoria do vinho, o saquê é um fermentado natural, com teor alcoólico em torno de 16%, cujos únicos ingredientes são arroz e água. A melhor temperatura para o saquê ser consumido é de 35º C, porque nesta temperatura se percebe melhor as delicadas características da bebida. Mas pode ser bebido em temperaturas superiores ou inferiores, de acordo com a estação do ano.Quando aquecido, a uma temperatura de até 45º C, o saquê é conhecido por kan . Torna-se encorpado e adquire um sabor acentuado de melão.Quando resfriado, o saquê é conhecido por higa e assume um sabor frutado. Ao ser servido é acrescentado sal às bordas do copo.É geralmente servido em copos de porcelana antiga ou em pequenos copos de madeira, conhecidos por masu. Existe um ritual especial à mesa para tomar o saquê. Levante o seu copinho para receber a bebida, servida sempre por seu vizinho de mesa, apoiando-o com a mão esquerda e segurando-o com a direita. É imprescindível que você sirva o seu vizinho de mesa porque não é de bom tom servir a si próprio. O copo de saquê deve sempre ficar cheio até o final da refeição. A tradição manda fazer um brinde, Campai, esvaziando o copinho num só gole. É sinal de hospitalidade e atenção.


Hoje, dia 25 de março de 2008, o Clube Atlético Mineiro comemora 100 anos de existência, e faço através deste post uma homenagem ao meu time de coração e agradeço ao meu pai por ter me apresentado a este glorioso clube que amo desde que nasci.O Clube Atlético Mineiro é sediado na cidade de Belo Horizonte, estado de Minas Gerais.Tem como principais conquistas o primeiro Campeonato Brasileiro, disputado em 1971, outros dois torneios nacionais, a Copa dos Campeões de 1937 e 1978, e duas Copas Conmebol (precursora da atual Copa Sul-Americana) de 1992 e 1997. O Título nacional de Campeão dos Campeões de 1937 faz parte do hino da equipe, que figurou como a primeira equipe brasileira a possuir uma grande conquista nacional.A Massa do Galo é conhecida regionalmente por seu fanatismo, criatividade e bom humor. A torcida é, consagradamente, o maior patrimônio do clube.
Hino do Galo
Nós somos do Clube Atlético Mineiro
Jogamos com muita raça e amor
Vibramos com alegrias nas vitórias
Clube Atlético Mineiro
Galo forte vingador !
Vencer, vencer, vencer...
Este é o nosso ideal
Honramos o nome de Minas
No cenário esportivo mundial
Lutar, lutar, lutar...
Pelos gramados do mundo pra vencer
Clube Atlético Mineiro
uma vez até morrer !
Nós somos Campeões do Gelo
O nosso time é imortal
Nós somos Campeões dos Campeões
Somos o orgulho do esporte nacional
Lutar, lutar, lutar...
Com toda a nossa garra pra vencer
Clube Atlético Mineiro
Uma vez até morrer !
Vicente Mota
